terça-feira, 29 de setembro de 2009

O vale sombrio da morte - PARTE 4






ESPERANÇA
A morte não é boa. Embora ela possa nos manter informados quanto a qualidade de
nossas vidas, ela é algo difícil de se enfrentar. Se você está prestes a olhá-la nos olhos, se
perdeu ou está para perder alguém querido, creia-me: você não precisa enfrentar a morte
sozinho.
Uma das passagens bíblicas mais lidas em ofícios fúnebres é o Salmo 23:
(SL 23:1) "O SENHOR é o meu pastor, nada me faltará."
(SL 23:2) "Deitar-me faz em verdes pastos, guia-me mansamente a águas tranqüilas."
(SL 23:3) "Refrigera a minha alma; guia-me pelas veredas da justiça, por amor do seu
nome."
(SL 23:4) "Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, não temeria mal algum,
porque tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me consolam."
O autor do Salmo era um pastor de ovelhas. Antes de dirigir a nação de Israel, Davi
dirigia ovelhas. O jovem pastorzinho sabia que quando os pastos da primavera estavam
tosados, era hora de procurar novos. Buscando o bem-estar de suas ovelhinhas, ele viajava
semanas até encontrar novos campos, onde permaneceriam até outono, ou até que a grama
acabasse. O caminho não era fácil. As ovelhas podiam se machucar, plantas venenosas
poderiam intoxicar o rebanho, serpentes e animais selvagens poderiam atacá-los. Mas o
bom pastor fazia o melhor para suas ovelhas. E assim ele seguia, atravessando vales
sombrios e caminhos tortuosos. O bom pastor conhecia o caminho, já o trilhou muitas
vezes. Com sua vara, tangia o rebanho, com seu cajado o protegia. Ao escrever este salmo,
Davi talvez, tivesse em mente, o fato de que quando os pastos desta terra tornam-se estéreis, o Bom Pastor, nos leva para os pastos superiores.
Ao enfrentar a morte e o luto, não estamos sozinhos. Algum tempo depois de Davi, um outro pastor de Belém afirmou:
(JO 14:2) "Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito. Vou preparar-vos lugar."
(JO 14:3) "E quando eu for, e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também."
Como mencionou Max Lucado: “Ele empenha-se em levar-nos ao lar. Ele não delega esta incubência. Ele envia missionários para ensinar você, manda anjos protegerem você, professores para guiar você, mas não manda ninguém para levar você.”

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

O vale sombrio da morte - PARTE 3


RENOVANDO NOSSA PERSPECTIVA SOBRE A MORTE
Que a morte é algo ruim você já sabia. Entretanto, ela pode nos dar uma nova perspectiva sobre a vida. Deus é o mestre em transformar coisas ruins em coisas boas. Não estou me contradizendo. O que quero dizer, é que a morte nos faz pensar no que realmente é importante nesta vida.
(SL 90:12) "Ensina-nos a contar os nossos dias, de tal maneira que alcancemos corações sábios."
Uma vida de hábitos saudáveis pode alongar nossos dias. Mas no fim, há um fim.
A não ser que passemos pelo arrebatamento da Igreja, a verdade é que vamos morrer um dia. E a melhor maneira de viver, é ser honesto quanto o morte.
Quando pensamos na brevidade da vida, as coisas ganham outro significado. Quando alguém que você ama está com os dias contados , ao perceber que a ampulheta da vida está se esvaziando, as coisas mudam. As brigas perdem seu valor, para quê gastar tempo com elas? Passeios na praia ou em jardins são de valor inestimável. O por do sol ganha novas cores. E você percebe, que correr atrás de dinheiro, fama e sucesso é exaustivo e infrutífero. Você percebe, como Schindler[1], que o mais importante na vida, são as pessoas.
Não quero ser utópica, mas talvez, se pudéssemos manter essa perspectiva todos os dias, e não somente quando entramos em contagem regressiva, viveríamos mais satisfeitos.

[1] Referencia ao filme a Lista de Schidler.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

O vale sombrio da morte - PARTE 2


TRAGÉDIA OU BENÇÃO?

A primeira coisa que gostaria de dividir com você, é que a morte NÃO é um dom
supremo de Deus, como alguns cristãos piedosos afirmam. A morte é consequência do pecado. Prova disso é que no Jardim do Éden não havia cemitérios. Deus jamais planejou a morte. Tudo indica que se Adão não tivesse pecado, teria completado 9004 anos no ano passado.
(RM 6:23) "Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor."
Pensar na morte como sendo uma aliada de Deus, vagando pelas estradas em busca de boas almas, não é nem bíblico nem consolador. Se assim fosse, Jesus teria corrido para os braços da morte de bom grado. E não é isso que a Bíblia nos relata:
“se possível, passa de mim este cálice”
Jesus sabia da glória que o aguardava, mesmo assim, seus sentimentos a respeito da morte não eram positivos, como afirmou Jeff Walling:
“Apesar da glória que O aguardava, esses eram seus sentimentos sobre o assunto [ morte].
Isto porque Ele sabia que a morte era um inimigo de Deus e um aliado de Satanás. Ela devia ser derrotada e destronada e não domesticada e receber um lugar à mesa da família. Ela devia ser odiada e detestada, reconhecida como a ladra da alegria que é. Qualquer outra abordagem leva a inconsistências irreconciliáveis com o amor de Deus e contradições na Palavra de Deus.”[1]
Preste atenção, amigo, as pessoas morrem por causa do pecado. Deus não queria isso. Nós não gostamos de morrer. E a morte não é algo fácil de enfrentar, por mais que nos esforcemos para isso.
O homem não foi feito para morrer. Por isso é tão difícil aceitá-la.

[1] WALLING. J. Ouse Dançar com Deus; São Paulo: Quadrangular , 1996

sábado, 12 de setembro de 2009

O vale sombrio da morte


Se você já viu o cortejo se distanciando. Se você já observou a terra sendo jogado sobre esquife. Se você já tocou a lápide fria. Se você já ficou parado em meio a solidão de um cemitério, então este texto é para você.
Se você está num quarto gélido de hospital , acompanhando um querido sem esperança, então este texto, também, é para você.
Se como eu, você já ergueu os olhos para o céu e perguntou: “Por quê?” Então, este texto, é para você.
Não quero teorizar a respeito da morte. Não quero lhe dar respostas. Se você vai ler as próximas linhas procurando respostas, sinto em informá-lo, você não as encontrará. Pelo simples fato de que a morte é um mistério que nunca compreenderemos.
Quero apenas dividir minhas dúvidas. E talvez, compartilhar algumas idéias que têm me dado esperança.
Quando estamos sofrendo, a melhor maneira de amenizar a dor, é deitar sobre a ferida o bálsamo da esperança. Como disse o profeta:
“ Quero trazer a memória, aquilo que me dá esperança!” Lm 3.21

Sucesso










Durante algum tempo meu tio lutou contra um sarcoma , um câncer que ocorre em tecidos como músculo, gordura, nervos.
Nos últimos meses sua saúde ficou ainda mais frágil. E embora estivesse fraco e com muitas dores ele lutou até o último momento. Sua fé e esperança pareciam inabaláveis.
Na última vez que o vi ele me disse: “Eu continuo nesta guerra. Onde o único vencedor serei eu. Esta foi a oitava cirurgia, mas eu não posso desistir. Quero que vocês orem por mim porque eu não vou desistir.”
E ele não desistiu. E enquanto esteve no hospital compartilhou sua fé em Cristo e esperança com outros doentes, seus familiares, médicos e enfermeiros.
No último domingo, meu tio se foi.
A morte sempre nos faz pensar na vida. Um sábio disse que se você influenciar uma vida de forma positiva, sua vida foi um sucesso.
Durante o oficio fúnebre conheci algumas pessoas a quem ele influenciou: Um viciado em drogas, a quem ele pregou, e por conta disso pode recomeçar; Um casal que tinha sérios problemas conjugais e estavam prestes a se separem, mas que através de seus conselhos ainda estão juntos; Um homem com câncer, por quem ele orou. Entre muitos outros.
Se o sábio tivesse conhecido meu tio, ele teria dito que sua vida foi mais que bem sucedida!

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Solte as tiras das sandálias !


Eu tinha duas alternativas: continuar impecável e permitir que as tiras das minhas sandálias “devorassem” meus calcanhares ou soltá-las e ir arrastando as sandálias, rua à fora, até chegar em casa.
Por mais que goste de estar bem arrumadinha, por mais que eu tente evitar “pagar micos”, não tive dúvidas: soltei as tiras das sandálias.
Pouco importava o que iriam pensar de mim, não queria chegar em casa com os calcanhares machucados.
A situação de hoje me fez pensar em todas aquelas pessoas, inclusive eu, que estão na igreja sendo “esfoladas” pelas “tiras apertadas” do legalismo. Gente que se preocupa com o que os outros estão pensando. Gente que se preocupa mais com os rituais do que com as motivações do coração.
Aí me lembrei daquilo que o Pr Marcio Valadão diz: “Você tem que se preocupar em agradar ao Senhor, se você conseguir isso... o resto...é resto!”
Lembrei também da conhecida história de Davi e Mical: 2 Sm 6. 1-23
A Arca da Aliança estava de volta. Davi estava feliz, muito feliz. Finalmente o símbolo da presença de Deus estava de volta. Isso era motivo de festa. Na tentativa de trazer a Arca de volta Davi aprendera que as coisas devem ser feitas à maneira de Deus e não do homem. O rei Davi aprendera que Deus deve ser adorado do jeito Dele e não da maneira como o homem o quer adorar. Ah! Como Davi estava feliz. O rei da nação saiu a frente do povo e dançou. Seu coração estava em Deus. Sua atitude estava centrada no coração do Pai. Suas motivações não eram erradas.
Mical, esposa de Davi, o vira. A mulher ficou realmente brava com a atitude do esposo: “Como ele poderia ter feito aquilo? Agido daquela forma: Tão “povão”? O rei da nação comportando-se como um qualquer? Além disso, o que iriam pensar dele?”
Atitudes distintas com conseqüências diferentes. Mical, preocupou-se com os homens, com o que pensariam os outros. Davi, importou-se em alegrar o coração do Pai. Mical é lembrada como a mulher que ficou estéril. Davi, como o homem segundo o coração de Deus!
De que lado estamos? Como seremos lembrados? Será que somos vistos como aqueles que agem segundo o coração de Deus ou de acordo com o que esperam de nós? Nem sempre o que é bom aos olhos dos outros é garantia dos aplausos do Céu.
Desejemos isto: O Aplauso dos céus e não dos homens.
Amados, “soltemos as tiras das sandálias”, hoje, e como Davi dancemos na presença do Rei!

sábado, 29 de agosto de 2009

A moda agora é...



Recentemente pedi que meus alunos, que têm entre três e cinco anos, me ensinassem uma música. Eles concordaram e minutos depois cantaram:
“Beijo na boca é coisa do passado
A moda agóia (agora) é namoiá (namorar)...”
Você já deve ter ouvido esta música, que os pequenos, que mal sabem falar, já decoraram. Ela retrata a concepção que a sociedade tem de namoro, ou seja, igualam-no ao sexo.
Muitos não cristãos vêem o sexo como uma função corporal, tão satisfatória e comum quanto um espirro.
Já Deus diz:
“Honre o casamento, e guarde a santidade da intimidade sexual entre o marido e a esposa” Hb 13.4 (versão norte americana THE MESSAGE)
Deus projetou nossa sexualidade como uma expressão fisica da unidade do casamento. Ele a guarda cuidadosamente e coloca muitas condições, pois a considera preciosa. Um homem e uma mulher que comprometem suas vidas um ao outro no casamento ganham o direito de expressarem-se sexualmente. Mas se você não está casado com alguém, não tem direito sobre o corpo daquela pessoa, nenhum direito à intimidade sexual.
A honra em relação a santidade da sexualidade entre marido e mulher começa enquanto ainda estamos solteiros, não só depois do casamento. Isso inclui não só a pureza sexual mas também o cuidado com expressões menores de intimidade física (beijos, abraços, carícias).
Se, como cristãos, estamos comprometidos com a pureza, devemos estabelecer padrões muito altos. Como mencionamos, a pureza não é expressa somente por uma decisão, mas por atitudes que não comprometam nossos valores. Muitos namorados decidem pela pureza sexual, mas se colocam em situações que se opõe a sua decisão.
Talvez você acredite que restringir as expressões de intimidade física no seu relacionamento romântico o tornará enfadonho. Entretanto, quando você tira os olhos do aspecto físico pode desenvolver outras áreas de seu relacionamento (espiritual, emocional, social e intelectual). Afinal, não é porque lábios se encontraram que corações se uniram. O relacionamento físico não é igual ao amor. Concentrar-se no físico é perigoso. Deus exige pureza sexual. E Ele faz isso para o nosso próprio bem. Envolvimento físico pode distorcer a perspectiva de cada um dos namorados e levá-los a decisões erradas. Deus sabe que levaremos as memórias de nosso envolvimento físico do passado para o casamento. Ele não quer que vivamos com culpa ou remorso.
Faça de seu romance um solo para plantar as sementes de um relacionamento que vai durar a vida toda. Pratique a bondade, paciência, a humildade, a cortesia, a gentileza, a mansidão, o perdão. Aprenda a colocar as necessidades da pessoa com quem está se relacionando acima das suas. Saiba alegrar-se com as conquistas e sucessos do outro. Acima de tudo, cultive um relacionamento que possa resistir às pressões e provações. Em outras palavras, COMPROMETA-SE., da mesma forma que Deus se compromete conosco.
“Tudo sofre tudo crê, tudo espera e tudo suporta” 1 Co 13.7

sexta-feira, 26 de junho de 2009

UM AMOR PARA VIDA TODA - PARTE 2



A direção da pureza


Certa vez Agostinho orou: “Faz-me casto...mas ainda não.” Como ele, nós temos uma consciência que nos acusa, mas uma vida que não revela mudanças.
A verdadeira pureza, no entanto, é uma direção, uma busca persistente e determinada pela retidão. Esta direção começa no coração e é expressa por um estilo de vida que foge das oportunidades de comprometer nossos valores.
A impureza não é algo em que se entra de repente. Ela começa quando tiramos o foco de Deus. Foi isso que aconteceu com Davi, em pouco tempo ele caiu da condição de “homem segundo o coração de Deus” para adultero e assassino. E tudo começou porque ele não estava onde deveria estar. Em vez de ir para o campo de batalha comandar seu exercito, preferiu ficar em casa. Seu segundo passo foi observar uma mulher se banhando e agasalhar pensamentos e fantasias em relação a ela. Por fim, sucumbiu a seus desejos e mandou buscá-la. o inocente pastor de ovelhas era agora um adultero. Como percebemos na historia de Davi, o pecado começa na nossa mente e coração.

“Mas eu lhes digo: qualquer que olhar para uma mulher para desejá-la, já cometeu adultério com ela no seu coração.” Mt 5.28

A verdadeira pureza implica em decisão e atitude. É um processo continuo que envolve a parceria de nossos corações e nossos pés. A verdadeira pureza foge o mais rápido e o mais longe possível do pecado e do comprometimento dos seus valores. Devemos nos lembrar que não impressionamos a Deus quando brincamos com o pecado, tentando mostrar-Lhe até onde podemos resistir. Nós o impressionamos quando em obediência a Ele fugimos de “toda aparência do mal”.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Um Amor Para a Vida Toda


Quem não se divertiu com as trapalhadas de Cabeção, personagem de Sérgio Hondjakoff, na série Malhação da TV Globo? O jovem queria “arrumar uma namorada” de qualquer jeito e nessa busca se envolveu em engraçadas confusões. Mas o que Cabeção queria não era um amor para vida toda e sim alguém que pudesse, a curto prazo, satisfazer suas necessidades emocionais e, principalmente, físicas. E Cabeção não era a única personagem que apresentava problemas em seus relacionamentos românticos, a trama retrata os “rolos” de vários jovens que entram e saem de relacionamentos com a mesma facilidade com que trocam de roupas.
Se é verdade que a vida imita a arte, não sei, mas posso afirmar que a semelhança das personagens da Malhação, a transitoriedade nos relacionamentos é uma característica que vem se acentuando, na sociedade, em geral, e particularmente dentro das igrejas.
A maneira de Deus ou de Cabeção?

A sociedade soletra a palavra romance da seguinte forma: D-I-V-E-R-S-Ã-O. Já Deus, como: C-O-M-P-R-O-M-I-S-S-O.
A maioria dos jovens e adolescentes pensa em se divertir, relacionando-se romanticamente e um dia “bem lá na frente”, encontrar sua “metade”, apaixonar-se e viver feliz para sempre. Acontece que as coisas não funcionam exatamente assim, os relacionamentos geram dependência emocional. Uma garota definiu essa situação da seguinte forma:
“Aos quinze anos eu já havia namorado e terminado várias vezes. Meu coração estava em pedaços. Era como se eu tivesse casado e me divorciado inúmeras vezes.” Ao nos relacionarmos com outros hoje, adquirimos padrões que levaremos conosco para o casamento. É por isso que devemos aprender a praticar o amor baseado no compromisso. A fidelidade conjugal não começa apenas no casamento. No livro de Cantares lemos a figura de um jardim para descrever a noiva que soube se guardar até o casamento:
“Jardim fechado és tu, minha irmã, noiva minha, manancial recluso, fonte selada” Ct 4.12
Mais tarde, o texto descreve como sendo um muro, resistente às seduções, em contraste com uma porta que deixa qualquer um entrar (Ct 8. 8-10), ou seja, ela reservou-se exclusivamente para seu marido (tanto física quanto emocionalmente), mesmo antes de conhece-lo.
O namoro como nossa geração tem praticado não nos dá base para o casamento, parece mais um campo de preparo para o divorcio. Não podemos praticar um compromisso por toda a vida em uma serie de relacionamentos de curta duração.
É claro que você não é obrigado a se casar co a primeira pessoa com quem achar romance e intimidade. Embora conheçamos pessoas que se casaram com a primeira pessoa com quem desenvolveram um relacionamento, é provável que, muitos de nós, não sigamos o mesmo caminho. Mas isso não é desculpa para fazer do relacionamento romântico um fim em si mesmo, ou seja, o romance pelo romance. Isso é irresponsabilidade e egoísmo. Se você não está pronto para considerar o casamento ou não está verdadeiramente interessado em se casar com determinada pessoa, por que encorajá-la a depender de você ou pedi-la para suprir suas necessidades?
“Não acordeis , nem desperteis o amor até que este o queira” Ct 2.16
Três vezes em momentos de intensa paixão entre a noiva e o noivo, ela aconselha suas amigas sobre a natureza do amor verdadeiro. (Ct 2: 7; 3.5; 8.4).
O verdadeiro amor sabe esperar, e por isso, pode desfrutar ao Maximo das alegrias que Deus sonhou para o casal. O amor verdadeiro não é precipitado, precoce, adiantado ou impaciente. Não precisa manipular situações para “ganhar” o amor. Não precisa baixar seus padrões morais com medo de perder o outro.
Por que muitos se precipitam? São varias as razoes, a pressão da “turma”, pode ser uma delas. Mas creio que a principal é a falta de confiança no amor e nos propósitos de Deus.
Depois de aceitar Jesus como salvador, a escolha mais importante que você fará será a pessoa com quem irá se casar. É muito fácil visualizar Deus nos orientando quanto à vida profissional ou ministerial, mas não é tão fácil imaginá-lo escolhendo nosso cônjuge. Alguns acham que Deus não sabe do que gostamos e que nos arrumará um cônjuge muito espiritual, mas que iremos detestar. Outros acham que Ele está ocupado demais resolvendo os conflitos entre árabes e palestinos para se preocupar com uma coisa tão “insignificante” assim. Mas a verdade é que Ele se preocupa mais com isso do que nós mesmos. Seus planos não se frustram, Ele nos conhece melhor do que nós mesmos e não quer nos ver infelizes.
“Pois eu bem sei os planos que estou projetando para vós, diz o Senhor, planos de paz e não de mal, para vos dar um futuro e uma esperança.” Jr 29.11

domingo, 14 de junho de 2009