Fui buscar meu
filho na escola, ele veio ao meu encontro e seguiu em silêncio até o carro.
Estranhei, pois ele é um garotinho falante. “Está tudo bem?”- perguntei. Ele
acenou negativamente com a cabeça.
Entrei no carro e segui na direção de casa.
Insisti :
“Aconteceu alguma coisa?”
Ele: “Mãe,
estou com um grande problema”. Sorri internamente, afinal que grande problema
poderia ter um garotinho de cinco anos?
-Qual o seu
problema, querido? - perguntei
- Meus amigos
riram de mim hoje. – disse ele.
Em seu mundo
infantil aquilo era um grande problema com o qual ele não sabia lidar.
Estacionei o carro, peguei meu garotinho no colo, abracei-o até que se
acalmasse e depois conversamos até que pudesse ver a situação por outro ângulo.
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A experiência
com Davi fez com que refletisse sobre minha vida de oração. Quantas vezes chego
diante de Deus com grandes problemas, vez por outra, também chego soluçando,
por coisas que em meu universo parecem grandes demais. Então o Eterno faz com
que me acalme e perceba a situação sob outro ponto de vista. Na maioria das
vezes, minhas orações não são respondidas com a mudança das situações, mas com
mudanças em mim.
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