terça-feira, 23 de março de 2010

“...que estás”

...Estás...


Deus está. Não é Deus estava. Não é Deus estará. Não é Deus poderia estar, ou deveria estar, mas Deus está. Ele é o Deus do tempo presente.
Porque será que Jesus nos ensina a começar nossas orações desta forma? O Pai nosso não é um modelo de oração a ser repetido, como já mencionamos. Jesus começa nos ensinando quem Deus é. Quando oramos com essa certeza em nossos corações (Quem Deus é) nossas necessidades e aflições se tornam menores. Pois percebemos, “que aquilo que está acima de nossas cabeças está debaixo dos pés do Senhor”.
Já falamos sobre o pai. Hoje discutiremos sobre seu caráter.
Certa vez, Deus mandou um homem retirar o povo da servidão dos egípcios. Desconfiados, os pobres escravos perguntam ao homem em nome de que deus ele vinha. Eles queriam um nome, uma credencial, um título. Deus então lhes manda um recado: “ Eles querem um nome? Um título? Pois bem, Moisés, diga a eles que o Eu Sou (Estou) lhe enviou.”
“Eu Sou?” – Retrucaram.
“Eu Sou o que sou.” – Bradou Deus.
Em outras palavras: EU SOU tudo aquilo que você precisa.
Saber que estamos orando Àquele que é tudo que nós precisamos nos dá segurança, não é mesmo?
No antigo testamento existem mais de oitenta nomes para Deus. Cada um deles revelam uma pedra diferente do caráter de Deus.

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